sábado, 21 de maio de 2011

Encontro discutirá direitos trabalhistas para trabalhadoras domésticas

10.05.11 – Brasil, Tatiana Félix, Jornalista da ADITAL

Com o objetivo de dar continuidade às ações que visam o reconhecimento e a garantia dos direitos das trabalhadoras domésticas no Brasil, Paraguai e Uruguai é que será realizado entre amanhã (11) e quinta-feira (12), o Encontro Nacional por uma Convenção da OIT (Organização Internacional do Trabalho) sobre Trabalho Doméstico, no auditório da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).

Representantes da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), de organizações feministas nacionais e internacionais participam do evento. A iniciativa é da Articulação Feminista MarcoSul, da Articulação de Mulheres Brasileiras e da SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia, com apoio de ONU Mulheres e do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea).

Durante o encontro haverá uma exposição sobre 'A OIT e o Projeto de Convenção e Recomendação sobre Trabalho Doméstico' e debates com os temas "A Conferência da OIT e os desafios para as políticas públicas para a promoção da igualdade de gênero e racial no Brasil: desafios do governo brasileiro" e "A Conferência da OIT e o fortalecimento da luta das trabalhadoras domésticas por direito e no enfrentamento das desigualdades de gênero e racial no Brasil". Na quinta-feira (12) os/as participantes elaboram a Construção de estratégias para a incidência na Conferência da OIT 2011.

De acordo com Verônica Ferreira, educadora e pesquisadora do Instituto SOS Corpo, essa não é a primeira vez que organizações feministas e de trabalhadores discutem a importância de garantir os direitos das domésticas. Segundo ela, desde 2009 organizações e domésticas estão mobilizadas para debater a questão, visando o apoio da OIT.

Ela explicou que o encontro no Brasil faz parte deste processo e acontece depois da realização de encontros semelhantes no Uruguai, em 8 de abril, e no Paraguai, no último dia 30. Verônica destacou também as ações promovidas pela Articulação Marcosul nos três países que integram o Mercado Comum do Sul (Mercosul), para garantir os direitos trabalhistas desta classe também no Parlamento do Mercosul, o Parlasul.

A etapa brasileira do encontro das trabalhadoras domésticas tem por objetivo contribuir para a preparação da delegação que vai representar o país na Conferência Internacional de Trabalho, que será realizada no próximo mês, junho, em Genebra, na Suíça.

De acordo com ela, a categoria reivindica a regulamentação, a garantia e a plenitude de seus direitos trabalhistas. Verônica lembrou que no Brasil, as domésticas estão em desvantagem, já que têm 27 direitos a menos que outras classes trabalhistas. "A remuneração das domésticas também, geralmente, está abaixo [do salário mínimo]", destacou.

Segundo dados da SPM, mais de 70% das trabalhadoras domésticas brasileiras não têm carteira assinada, não recebem o salário mínimo e ainda são vítimas da intolerância racial, assédio moral e sexual.

A pesquisadora do SOS Corpo observou ainda que quando se trata de domésticas migrantes, o que é uma realidade no mundo, as dificuldades aumentam. Um exemplo é a apreensão de seus documentos pelos 'patrões', o que já se enquadraria no tráfico e exploração de pessoas.

Com a realização deste encontro, Verônica disse que a expectativa é ter uma delegação mais preparada para representar o país na conferência da OIT e fortalecer o compromisso do governo brasileiro com esta classe. Além disso, as organizações esperam fortalecer os laços e a articulação em torno dos resultados, para continuar atuando em busca do "reconhecimento do valor do trabalho doméstico, tão importante para as famílias". "O Brasil precisa superar essa desigualdade social e de gênero", finalizou.

Para conhecer a SOS Corpo, acesse: http://www.soscorpo.org.br/

Mais informações sobre as ações das Trabalhadoras Domésticas do Mercosul, acesse:http://trabajadorasdomesticasdelmercosur.blogspot.com/ Leer más...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Brasil: Situação das empregadas domésticas é precária

06/05/2011 16:41

Fonte: www.ipea.gov.br


A formalização no emprego doméstico avançou pouco entre 1999 e 2009. A constatação está no Comunicado 90: Situação atual das trabalhadoras domésticas no país, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quinta-feira, 5. Com base nas informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD/ IBGE), o estudo revela que, em dez anos, a proporção de trabalhadoras domésticas com carteira assinada mudou de 23,7% para 26,3%, crescendo menos de três pontos percentuais.Como conseqüência do alto índice de informalidade, a renda média do emprego doméstico permaneceu abaixo do salário mínimo. Em 2009, as trabalhadoras domésticas ganhavam R$ 321,27. No mesmo ano, a remuneração mínima nacional era R$ 465. “Houve ganho de renda nesse período porque, mesmo para quem não tem carteira assinada, o salário mínimo funciona como um indexador, mas a situação do emprego doméstico permanece precária”, comentou Luana Pinheiro, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea.

O Comunicado mostrou ainda que, por causa da baixa perspectiva da ocupação e a abertura de novas oportunidades com o aquecimento da economia, o emprego doméstico tem atraído cada vez menos as jovens brasileiras. Em dez anos, ocorreu um significativo envelhecimento entre as trabalhadoras domésticas. As mulheres com mais de 30 anos ganharam importância na composição do grupo, representando 72,7%. Em 1999, elas eram 56,5%.

“O envelhecimento aponta uma redução gradual no número de mulheres com ocupação doméstica. Até 2009, isso vinha acontecendo; mas, especificamente nesse ano, houve recuperação da proporção de trabalhadoras domésticas, o que pode ter sido provocado pela crise econômica”, explicou Luana.

No período avaliado pela pesquisa, houve um crescimento expressivo no número de diaristas. A proporção de trabalhadoras domésticas que prestam serviços em mais de um domicílio atingiu, em 2009, 29,3%, 12 pontos percentuais acima do registrado dez anos antes. Se, por um lado, a opção pela ocupação de diarista elevou a renda do emprego doméstico, por outro, tornou o vínculo empregatício ainda mais precário.

“O ganho de renda foi de cerca de R$ 50, muito pouco se considerarmos que essas mulheres não têm carteira assinada, férias, 13º. O poder público deveria ter uma preocupação em regulamentar essa atividade”, concluiu Luana Pinheiro.

Confira a íntegra do Comunicado do Ipea n° 90, Situação atual das trabalhadoras domésticas no país (www.ipea.gov.br)


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Brasil: Encontro discutirá direitos trabalhistas para trabalhadoras domésticas

Por: Tatiana Félix
Jornalista da Adital
Adital Notícias
10.05.11

Com o objetivo de dar continuidade às ações que visam o reconhecimento e a garantia dos direitos das trabalhadoras domésticas no Brasil, Paraguai e Uruguai é que será realizado entre amanhã (11) e quinta-feira (12), o Encontro Nacional por uma Convenção da OIT (Organização Internacional do Trabalho) sobre Trabalho Doméstico, no auditório da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).

Representantes da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), de organizações feministas nacionais e internacionais participam do evento. A iniciativa é da Articulação Feminista MarcoSul, da Articulação de Mulheres Brasileiras e da SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia, com apoio de ONU Mulheres e do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea).

Durante o encontro haverá uma exposição sobre 'A OIT e o Projeto de Convenção e Recomendação sobre Trabalho Doméstico' e debates com os temas "A Conferência da OIT e os desafios para as políticas públicas para a promoção da igualdade de gênero e racial no Brasil: desafios do governo brasileiro" e "A Conferência da OIT e o fortalecimento da luta das trabalhadoras domésticas por direito e no enfrentamento das desigualdades de gênero e racial no Brasil". Na quinta-feira (12) os/as participantes elaboram a Construção de estratégias para a incidência na Conferência da OIT 2011.

De acordo com Verônica Ferreira, educadora e pesquisadora do Instituto SOS Corpo, essa não é a primeira vez que organizações feministas e de trabalhadores discutem a importância de garantir os direitos das domésticas. Segundo ela, desde 2009 organizações e domésticas estão mobilizadas para debater a questão, visando o apoio da OIT.

Ela explicou que o encontro no Brasil faz parte deste processo e acontece depois da realização de encontros semelhantes no Uruguai, em 8 de abril, e no Paraguai, no último dia 30. Verônica destacou também as ações promovidas pela Articulação Marcosul nos três países que integram o Mercado Comum do Sul (Mercosul), para garantir os direitos trabalhistas desta classe também no Parlamento do Mercosul, o Parlasul.

A etapa brasileira do encontro das trabalhadoras domésticas tem por objetivo contribuir para a preparação da delegação que vai representar o país na Conferência Internacional de Trabalho, que será realizada no próximo mês, junho, em Genebra, na Suíça.

De acordo com ela, a categoria reivindica a regulamentação, a garantia e a plenitude de seus direitos trabalhistas. Verônica lembrou que no Brasil, as domésticas estão em desvantagem, já que têm 27 direitos a menos que outras classes trabalhistas. "A remuneração das domésticas também, geralmente, está abaixo [do salário mínimo]", destacou.

Segundo dados da SPM, mais de 70% das trabalhadoras domésticas brasileiras não têm carteira assinada, não recebem o salário mínimo e ainda são vítimas da intolerância racial, assédio moral e sexual.

A pesquisadora do SOS Corpo observou ainda que quando se trata de domésticas migrantes, o que é uma realidade no mundo, as dificuldades aumentam. Um exemplo é a apreensão de seus documentos pelos 'patrões', o que já se enquadraria no tráfico e exploração de pessoas.

Com a realização deste encontro, Verônica disse que a expectativa é ter uma delegação mais preparada para representar o país na conferência da OIT e fortalecer o compromisso do governo brasileiro com esta classe. Além disso, as organizações esperam fortalecer os laços e a articulação em torno dos resultados, para continuar atuando em busca do "reconhecimento do valor do trabalho doméstico, tão importante para as famílias". "O Brasil precisa superar essa desigualdade social e de gênero", finalizou.

Para conhecer a SOS Corpo, acesse: http://www.soscorpo.org.br/
Mais informações sobre as ações das Trabalhadoras Domésticas do Mercosul, acesse: http://trabajadorasdomesticasdelmercosur.blogspot.com/

Fonte: www.adital.com.br
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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Programação Encontro Nacional Brasil


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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Todos os direitos para as trabalhadoras domésticas

A Articulaçao Feminista Marcosur (AFM) lança Campanha por uma Convenção para o Trabalho Doméstico no Brasil, Paraguai e Uruguai. A mobilização é uma das ações de apoio à ação das trabalhadoras domésticas na próxima Conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que acontece em Genebra, em junho próximo.

Durante a Conferência será discutida uma convenção e/ou recomendaçao sobre "trabalho decente" para essas trabalhadoras. No âmbito da OIT, esse tipo de deliberação contribui para fortalecer a luta das domésticas por reconhecimento de direitos, em todos os países. Na realidade brasileira, as domésticas não têm acesso a 27 direitos trabalhistas, dentre os que estão garantidos às demais categorias profissionais.

Campanha



Para difundir as reivindicações das trabalhadoras, a Marcosur está divulgando uma série de “VTs”. Os vídeos abordam algum problema enfrentado pelas domésticas na América Latina, demonstrando a importância de uma Convenção e Recomendação da OIT sobre Trabalho Doméstico. Um novo VT será divulgado a cada semana, até a realização da Conferência, em junho.

Neste período, as organizações que integram a AFM estarão apoiando as organizações das trabalhadoras do Brasil, Paraguai e Uruguai na realização de encontros, nos quais será preparada a incidência desses países em Genebra. Está previsto um Encontro Regional dias 21 e 22 de maio, em Assunção, capital do Paraguai, que será precedido de um encontro nacional, que acontece dias 10, 11 e 12 de maio, em Brasília. Acompanhe a Campanha no blog: http://trabajadorasdomesticasdelmercosur.blogspot.com/

Mais informações: Verônica Ferreira e Betânia Ávila, da Articulação de Mulheres Brasileiras / SOS Corpo. Fone: (81) 3087.2086 sos@soscorpo.org.br

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segunda-feira, 28 de março de 2011

Argentina: La Cámara de diputados abrió el año y aprobó por unanimidad un nuevo régimen laboral para empleadas domesticas

Por Miguel Jorquera

No hubo casi fundamentos para defender el proyecto. Como presidente de la Comisión de Legislación del Trabajo, el diputado Héctor Recalde optó por aceptar la incorporación de algunas observaciones que hicieron desde distintos bloques a la iniciativa que el Ejecutivo envió al Parlamento el año pasado y que se enriqueció durante el debate en las comisiones legislativas. Ya no había dudas sobre el consenso alcanzado ni lugar para más palabras: la Cámara de Diputados dio por unanimidad media sanción al nuevo régimen laboral para empleados de casas particulares, cuya aprobación la Presidenta le reclamó al Congreso en la inauguración del período parlamentario. Desde las bandejas explotaron los aplausos de decenas de mujeres identificadas con pecheras de la Unión Personal Auxiliar de Casas Particulares. Las empleadas domésticas festejaban el reemplazo del régimen laboral impuesto durante la Revolución Libertadora y la equiparación de derechos laborales que alcanzaría a un millón de trabajadores.

“Esta ley nos permite salir de un régimen semifeudal implementado por la dictadura de 1956 y entrar en un sistema de igualdad e inclusión social”, concluyó Recalde tras la votación. “Esta es la trascendencia del proyecto de Cristina”, agregó el también abogado cegetista fuera del recinto. Aunque todavía la iniciativa deberá ser ratificada por el Senado para convertirse en ley, nadie apuesta a que la Cámara alta cuestione el consenso alcanzado en Diputados ni que el proyecto sea desplazado de las prioridades de la agenda de los senadores.

De convertirse en ley, las empleadas domésticas pasarán a estar comprendidas dentro de la ley de trabajo que rige para el resto de los trabajadores en el país y su salario mínimo por tipo, modalidad y categoría profesional será fijado mediante Convenio Colectivo de Trabajo. El artículo 14 del proyecto establece que una vez que la ley entre en vigencia, el Ministerio de Trabajo tendrá 90 días “para constituir la comisión negociadora del convenio colectivo del sector”.
Para leer más:

http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-164372-2011-03-17.html


Fuente: Página 12, 17 de marzo de 2011. Leer más...

quarta-feira, 9 de março de 2011

LEY DE TRABAJO DOMESTICO

-Uruguay aprueba la ley en 2006, durante el primer gobierno del Frente Amplio.
-La ley define el trabajo doméstico y establece las limitaciones de la jornada laboral, las horas de descanso semanal y nocturno así como el salario y sus categorías.
-También incluye el subsidio por desempleo y la cobertura de salud.

Convenios Colectivos

-El primer convenio colectivo fue firmado por el sector en 2008 y estableció el salario mínimo de una trabajadora doméstica en .260 por 44 horas semanales y 25 jornales en el mes, equivalentes a 21 pesos la hora.
-El segundo convenio fue firmado el año pasado y fijó el salario mínimo en 6.591 pesos por la misma cantidad de horas trabajadas.
-En el último convenio se crea la prima por antigüedad, equivalente al 0,5% anual sobre el salario del trabajador.

Para leer más: http://www.larepublica.com.uy/comunidad/443623-ley-de-trabajo-domestico Leer más...

Sin cambio. La ley laboral avanza pero "la patronal nos sigue viendo como sirvientas", dijeron desde el sindicato

Fuente. La República, 8 de marzo 2011.
Por: Daniela Fassanello

65 domésticas fueron despedidas luego que se fijó el salario mínimo del sector

En el Mes de la Mujer, el sindicato de trabajadoras domésticas denunció que desde diciembre y hasta el 15 de febrero constató 65 despidos debido a que las patronales no cumplieron los nuevos laudos establecidos en los Consejos de Salarios. El último convenio del 2010 fijó el salario mínimo del sector en 6.591 pesos.

Daniela Fassanello

Mirada. "La patronal piensa que somos una cosa que está dentro de la casa". Otra cara. Las amas de casa piden un salario; el proyecto toma en cuenta el cuidado de los hijos. En el año 2006 el Parlamento uruguayo aprobó la Ley Nº 18.067 sobre Trabajo Doméstico, que significó su regulación en un país que cuenta con alrededor de 90 mil trabajadoras domésticas que no tenían acceso a los mínimos derechos laborales.

Esta ley reconoció un reclamo adquirido por los trabajadores hace más de medio siglo: las ocho horas. También reglamentó el descanso intermedio de media hora para las que no son contratadas "con cama" y de dos horas para las que sí lo son.

Estableció un descanso semanal de 36 horas ininterrumpidas, incluyendo el día domingo, y reposo nocturno para las que viven en la casa del empleador. Para este tipo de trabajadoras las horas de descanso no pueden ser inferiores a nueve y se exige que la trabajadora tenga un cuarto con habitación higiénica privada. Y, además, logra la inclusión del sindicato en los Consejos de Salarios.

En el marco del Día de la Mujer que ayer se celebró en todo el mundo, y que en nuestro país se festejará durante todo el mes con distintas actividades, LA REPUBLICA conversó con la presidenta del Sindicato Unico de Trabajadores Domésticos, Graciela Espinosa, quien realizo un repaso de los logros y de la situación actual en la que viven las trabajadoras en nuestro país, ya que un sindicato reciente como este -fundado en 2005- aún no logra concretar varios de sus reclamos.

Lo primero que responde Espinosa cuando se la consulta sobre los logros y los debes fue: "Nos resta por lograr que la patronal asuma que somos trabajadoras y que en el momento de los aumentos no nos echen masivamente, como nos han echado". Luego agregó: "la patronal piensa que todavía somos sirvientas, una cosa que está dentro de la casa".

Para leer más: http://www.larepublica.com.uy/comunidad/443622-65-domesticas-fueron-despedidas-luego-que-se-fijo-el-salario-minimo-del-sector?nz=1 Leer más...

OIT y MTSS firman memorando de entendimiento sobre trabajo doméstico

Fuente: www.oitchile.cl

Montevideo, (Noticias de la OIT).- El ministro de Trabajo y Seguridad Social, Eduardo Brenta, y el director de la Oficina Subregional de la OIT para el Cono Sur de América Latina, Guillermo Miranda, suscribieron el pasado 25 de febrero un acuerdo que permitirá estudiar el caso uruguayo sobre trabajo doméstico, con miras a la adopción del convenio y/o recomendación sobre trabajo decente para trabajadoras/es domésticas/os que se discutirá durante la próxima Conferencia Internacional del Trabajo, a realizarse en junio de 2011.

Con este fin, la OIT llevará a cabo un estudio de la normativa uruguaya en materia de trabajo doméstico, aplicación de las leyes y la realidad del sector, para elaborar un documento que sea parte de la discusión para la adopción de la nueva normativa internacional.

De esta forma, el estudio analizará los cambios en la situación de las/los trabajadoras/es domésticas/os en Uruguay, en función de los diferentes aspectos de la Ley Nº 18.065, aprobada en 2006, sobre este tema y las políticas llevadas a cabo.

Concretamente, el estudio se propone identificar: Cambios en la composición de la fuerza de trabajo en servicio doméstico; cambios en la calidad del empleo y déficit de trabajo decente; fortalezas y debilidades en la puesta en marcha de la ley de servicio doméstico; fortalezas y debilidades en el proceso de negociación colectiva de trabajo doméstico y conclusiones y recomendaciones para una mejor aplicación de la ley de servicio doméstico y Trabajo Decente para trabajadoras domésticas.

Para leer más: http://www.oitchile.cl/especial.php?id=100002 Leer más...

sexta-feira, 4 de março de 2011

Trabalho doméstico no Brasil: Rumo ao reconhecimento institucional

Fuente: Programa Interagencial de Promocao da Igualdade de Genero, Raca e Etnia.

O trabalho doméstico lidera, no Brasil e em vários países, a lista de ocupações predominantes entre as mulheres, especialmente as negras e indígenas. É também uma das ocupações mais precárias, com frequente descumprimento das normas trabalhistas. Garantir os direitos das trabalhadoras domésticas é fundamental para a promoção da igualdade de gênero e raça no trabalho. A publicação, lançada em 2010 pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), com apoio do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia, apresenta uma síntese das políticas desenvolvidas pela Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial) nessa área, entre 2002 e 2009, com destaque para as realizadas no âmbito do Programa Trabalho Doméstico Cidadão.

Para leer mais: http://www.generoracaetnia.org.br/pt/publicacoes/recomendadas/item/485-trabalho-dom%C3%A9stico-no-brasil-rumo-ao-reconhecimento-institucional.html Leer más...